Propostas para o período de 2027 a 2030 priorizam saúde, educação, infraestrutura, emprego e uma gestão presente nos 16 municípios
Transformar as potencialidades do Amapá em oportunidades reais para a população. Esse é o compromisso central do Plano de Governo de Dr. Furlan e Luciana Gurgel para o período de 2027 a 2030.
Construído a partir da escuta, do planejamento e da experiência adquirida na gestão pública, o documento reúne propostas para melhorar os serviços essenciais, integrar os municípios, movimentar a economia e preparar o estado para um novo ciclo de desenvolvimento.
O plano parte de uma ideia simples: o Amapá tem riquezas, uma localização privilegiada e um povo trabalhador. Para que todo esse potencial se transforme em qualidade de vida, é preciso um governo capaz de planejar, executar e entregar resultados.
Cuidar das pessoas vem primeiro
Na saúde, a proposta é reorganizar a rede estadual para aproximar o atendimento da população, especialmente de quem vive no interior. Entre as medidas previstas estão a regionalização dos serviços, a ampliação da telemedicina, o abastecimento regular de medicamentos e equipamentos e a modernização da estrutura hospitalar.
O plano também propõe a criação de uma fila única digital, que permitirá ao paciente acompanhar sua posição para consultas, exames e cirurgias. A valorização dos profissionais aparece como prioridade, com diálogo permanente, atualização dos planos de carreira, melhores condições de trabalho e garantia dos direitos das diferentes categorias.
Na educação, o objetivo é construir uma escola pública mais moderna, acolhedora e preparada para o futuro. A proposta inclui melhoria da infraestrutura, conectividade, uso de tecnologia, recuperação da aprendizagem e acompanhamento dos resultados de cada escola.
O plano valoriza professores e demais profissionais da educação, com formação continuada, condições adequadas de trabalho e fortalecimento das carreiras. Também busca aproximar o ensino das oportunidades profissionais, ampliando a educação técnica e preparando os jovens para o mercado de trabalho, o empreendedorismo, a inovação e a economia criativa.
Um Amapá conectado e preparado para crescer
Para que o desenvolvimento chegue a todas as regiões, o plano prevê investimentos em infraestrutura e mobilidade. A proposta contempla um programa permanente de pavimentação e recuperação das rodovias estaduais, além da construção e reforma de pontes e travessias.
A BR-156 recebe atenção especial por sua importância para a integração do território e para o escoamento da produção. O objetivo é ampliar a cooperação com o Governo Federal para acelerar as obras nos trechos Norte e Sul e reduzir o isolamento de comunidades e municípios.
Macapá e Santana deverão receber ações integradas de mobilidade, com melhoria do transporte coletivo, terminais de integração, calçadas acessíveis, ciclofaixas e soluções para reduzir o tempo de deslocamento da população.
O programa também inclui moradia, saneamento e regularização fundiária, garantindo mais segurança e dignidade às famílias. A proposta é ajudar os municípios a organizar seus territórios, urbanizar áreas e ampliar o acesso à água, à infraestrutura e à documentação dos imóveis.
Emprego e renda em todas as regiões
Gerar oportunidades para que os amapaenses possam trabalhar, empreender e crescer é um dos principais compromissos do plano.
A estratégia é diversificar a economia, fortalecer quem já produz e atrair novos investimentos. Agricultura, pesca, aquicultura, comércio, turismo, manejo florestal sustentável, mineração, bioeconomia e produção de energia aparecem como atividades capazes de movimentar diferentes regiões do estado.
Para a pesca, estão previstos polos de beneficiamento com câmaras frias, fábricas de gelo, armazenamento e estrutura de comercialização. O plano também propõe assistência técnica, acesso ao crédito e apoio à criação de peixes, fortalecendo pescadores e produtores.
Na agricultura, a prioridade será melhorar as condições de produção e escoamento, reduzir custos e ampliar o acesso à tecnologia e ao crédito. Já na bioeconomia, a proposta é transformar produtos como açaí, castanha, andiroba, copaíba, pracaxi, sementes e mel em renda, inovação e negócios sustentáveis.
O pequeno empreendedor também terá atenção especial, com menos burocracia, qualificação, acesso facilitado ao crédito e serviços públicos mais rápidos. A ideia é criar um ambiente em que abrir, manter e fazer um negócio crescer seja mais simples.
Desenvolvimento com responsabilidade
O Plano de Governo defende que o Amapá não precisa escolher entre preservar e desenvolver. Com planejamento e tecnologia, é possível proteger a floresta e, ao mesmo tempo, gerar renda para as comunidades que vivem nela.
A proposta é fortalecer a bioeconomia, o manejo sustentável, a pesquisa científica e as cadeias produtivas ligadas à sociobiodiversidade. O poder de compra do Estado também poderá ser utilizado para valorizar produtos locais e sustentáveis.
Em relação à Margem Equatorial, o plano prevê preparar o Amapá para aproveitar as oportunidades de uma eventual produção de petróleo, sem abrir mão da responsabilidade ambiental. Entre as medidas estão a qualificação de trabalhadores, o fortalecimento dos fornecedores locais, o incentivo à ciência e à tecnologia e a criação de regras transparentes para o uso dos recursos.
A proposta inclui um Fundo Soberano Amapaense, pensado para preservar parte das receitas do petróleo e transformá-las em investimentos de longo prazo. Assim, uma riqueza temporária poderá deixar benefícios permanentes para as próximas gerações.
Segurança com presença e tecnologia
Na segurança pública, a proposta é investir nos profissionais, modernizar as estruturas e ampliar o uso de inteligência e tecnologia no enfrentamento à criminalidade.
O plano prevê integração entre as forças de segurança, renovação de equipamentos e viaturas, qualificação permanente e melhores condições de trabalho. A atuação do Estado também deverá ser ampliada nos municípios e nas áreas de fronteira, aproximando os serviços da população.
A prevenção será trabalhada em conjunto com educação, esporte, cultura e assistência social, especialmente nas regiões mais vulneráveis. O objetivo é proteger as famílias e criar oportunidades para crianças, adolescentes e jovens.
Proteção social que abre caminhos
Na assistência social, o compromisso é acolher quem precisa e criar condições para que as famílias conquistem autonomia.
O plano prevê ampliar programas como Renda para Viver Melhor, Luz para Viver Melhor e Vale Gás, além de fortalecer a segurança alimentar e apoiar os municípios na execução das políticas do Sistema Único de Assistência Social.
As comunidades indígenas também terão atenção específica, com fortalecimento do atendimento em saúde, contratação de profissionais e intérpretes indígenas, melhoria das escolas e ampliação da conectividade nas terras tradicionais.
Mais do que oferecer apoio em momentos de dificuldade, a proposta é integrar assistência social, qualificação e oportunidades de trabalho para construir portas de saída da vulnerabilidade.
Cultura e turismo como forças do Amapá
O Amapá possui lugares, tradições e experiências que ainda precisam ser conhecidos pelo Brasil e pelo mundo. Por isso, o turismo e a cultura fazem parte da estratégia de desenvolvimento econômico.
A proposta prevê estruturar destinos turísticos no interior, formar guias, apoiar pousadas comunitárias e criar roteiros que valorizem a floresta, os rios, as comunidades e a história amapaense.
Macapá será fortalecida como destino turístico a partir de referências como o Marco Zero, a Fortaleza de São José, o Trapiche Eliezer Levy, o Museu Sacaca e a orla do Amazonas. Oiapoque poderá ampliar o turismo de fronteira com a Guiana Francesa, enquanto outras regiões terão apoio para desenvolver o ecoturismo, a pesca esportiva e as experiências comunitárias.
Na cultura, o plano reconhece o Marabaixo, o Batuque, a arte indígena, as tradições quilombolas e a produção artística contemporânea como patrimônios que precisam ser protegidos e valorizados. A proposta é ampliar o acesso a editais, recuperar espaços culturais e levar políticas permanentes aos municípios.
Um governo que funcione para as pessoas
Para que as propostas saiam do papel, o plano estabelece um modelo de gestão orientado por metas, transparência e resultados.
Entre as medidas está a digitalização dos serviços estaduais, permitindo que a população solicite documentos, licenças, informações e benefícios pelo celular. Isso ajudará principalmente quem vive longe da capital e hoje precisa viajar para resolver demandas simples.
Também está prevista a criação de um Portal de Metas, no qual qualquer cidadão poderá acompanhar obras, investimentos, contratos, indicadores e resultados do governo.
O plano propõe ainda menos burocracia, controle responsável dos gastos, valorização dos servidores e apoio técnico aos 16 municípios. A meta é construir uma administração ágil, transparente e próxima, na qual cada recurso público seja transformado em serviço e melhoria concreta para a população.
O Plano de Governo de Dr. Furlan e Luciana Gurgel reúne propostas para um Amapá mais integrado, desenvolvido e acolhedor. Um estado onde o crescimento alcance todos os municípios, a riqueza gere oportunidades e o poder público esteja presente na vida das pessoas.
É um projeto construído sobre três compromissos: planejar com responsabilidade, trabalhar com dedicação e entregar resultados. Porque o Amapá tem potencial para avançar, e o trabalho pode transformar esse potencial em um futuro melhor para todos.