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Cultura valorizada: gestão de Dr. Furlan criou espaços, apoiou artistas e fortaleceu a identidade de Macapá
Teatro Municipal, Museu do Negro, editais e grandes eventos ajudaram a aproximar a população da arte e movimentaram a economia criativa
Cultura é memória, identidade e também oportunidade. Durante a gestão de Dr. Furlan, Macapá passou a contar com novos espaços para apresentações, preservação da história e valorização dos artistas locais.
O trabalho uniu investimento em equipamentos culturais, recuperação de locais históricos, realização de grandes eventos e apoio direto aos fazedores de cultura. Mais do que promover entretenimento, a proposta foi reconhecer a cultura como parte do desenvolvimento da cidade.
Primeiro Teatro Municipal de Macapá
Uma das entregas mais importantes foi o Teatro Municipal Fernando Canto, o primeiro da história da capital.
Com investimento superior a R$ 15 milhões e capacidade para 400 pessoas, o espaço conta com palco, mezanino, foyer, área acessível e estrutura para receber espetáculos de teatro, música, dança, literatura e outras manifestações artísticas.
O projeto arquitetônico foi inspirado nas ondas do Rio Amazonas e nas canoas amazônicas. A entrega concretizou um sonho antigo da classe artística e criou um palco permanente para a produção cultural amapaense.
Memória negra reconhecida e preservada
A gestão também inaugurou o Museu de Artes, Culturas e Memórias Negras, primeiro espaço cultural permanente de Macapá dedicado exclusivamente à história, à arte e à identidade da população negra.
O museu reúne esculturas, fotografias, cerâmicas quilombolas, livros e obras contemporâneas. A estrutura possui salas de exposições, biblioteca, área de pesquisa e um espaço dedicado ao Marabaixo.
A criação do museu foi oficializada pela Lei Municipal nº 2.927/2025, garantindo sua permanência como patrimônio público voltado à preservação e à divulgação da cultura afro-amapaense.
Antes disso, a gestão já havia revitalizado o Centro de Cultura Negra do Amapá, recuperando o prédio administrativo, o museu e a maloca multiuso mantidos pela União dos Negros do Amapá.
História recuperada no coração da cidade
Espaços ligados ao nascimento de Macapá também receberam atenção. O Largo dos Inocentes, conhecido como Formigueiro, foi completamente revitalizado.
O local ganhou acessibilidade, paisagismo, iluminação artística e totens que contam a trajetória de personalidades importantes da cidade. As antigas estátuas foram restauradas e mais de 900 metros quadrados foram recuperados, devolvendo ao centro histórico um de seus principais espaços de memória.
A Praça Veiga Cabral, a mais antiga da capital, também foi revitalizada. As intervenções preservaram sua ligação com a Igreja São José, as celebrações religiosas e a formação histórica de Macapá.
Apoio direto aos artistas
Além das obras, a gestão criou oportunidades para quem vive da arte e da cultura. Em 2021, um edital municipal destinou R$ 752 mil para mais de 120 artistas e trabalhadores de diferentes segmentos.
No ano seguinte, o edital Creusa de Sousa Bordalo selecionou 407 artistas nas áreas de música, teatro, dança, audiovisual, literatura, artesanato, gastronomia, capoeira, Marabaixo e Batuque, entre outras manifestações.
Em 2024, os editais da Lei Paulo Gustavo destinaram R$ 4,5 milhões ao setor cultural. Foram previstas 108 propostas no audiovisual e outras 204 em diferentes linguagens artísticas.
Esses investimentos ajudaram artistas, grupos, coletivos e produtores a desenvolver projetos, ampliar sua visibilidade e movimentar a economia criativa.
Eventos que reuniram cultura e geração de renda
Grandes programações também aproximaram a cultura da população. O Macapá Verão passou a oferecer um mês de atividades gratuitas, reunindo música, esporte, arte e lazer em diferentes pontos da cidade.
O Arraiá do Parque Meio do Mundo valorizou as quadrilhas e tradições juninas. Em 2025, o evento contou com 30 grupos, artistas locais e apresentações de estudantes da rede municipal.
Durante quatro dias, a programação movimentou mais de R$ 690 mil entre os pequenos negócios participantes. Ao todo, 179 empreendedores comercializaram alimentos, artesanato, biojoias e produtos regionais..
Os resultados mostraram que investir em cultura também significa gerar trabalho, renda e oportunidades.
Cultura como política de desenvolvimento
As entregas realizadas em Macapá mostram uma visão ampla: a cultura precisa ser preservada, mas também deve estar presente na vida das pessoas e criar oportunidades para quem produz arte.
É com essa postura que Dr. Furlan pretende governar o Amapá. A proposta é ampliar o apoio aos artistas, recuperar equipamentos culturais e levar editais e programações permanentes aos 16 municípios.
O objetivo é valorizar o Marabaixo, o Batuque, as culturas indígenas e quilombolas, as festas tradicionais e a produção contemporânea, transformando a diversidade amapaense em fonte de orgulho e desenvolvimento.
Para Dr. Furlan, cuidar da cultura é reconhecer de onde viemos, fortalecer quem somos e abrir novos caminhos para o futuro.