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Emprego e Renda ·

Do campo à mesa: Dr. Furlan apresenta propostas para fortalecer o produtor rural em todo o Amapá

Experiência construída em Macapá será ampliada com assistência técnica, mecanização, crédito, agroindústrias e melhores condições para produzir e comercializar

A agricultura familiar é responsável por colocar alimentos na mesa da população, movimentar as comunidades e gerar renda para milhares de famílias. Para que esse trabalho cresça, o produtor precisa de apoio desde o preparo da terra até a venda do produto.

Durante a gestão de Dr. Furlan, Macapá desenvolveu iniciativas voltadas à produção, à regularização das atividades e à criação de novos espaços de comercialização. Essa experiência agora integra um projeto mais amplo para fortalecer o setor rural nos 16 municípios do Amapá.

Incentivo para produzir e gerar renda

Uma das iniciativas criadas pela gestão foi o Proaves Macapá, programa de incentivo à avicultura familiar.

A proposta contemplou 200 famílias com a distribuição de 20 mil aves em dez etapas. Cada produtor selecionado recebeu 100 pintos caipiras, ração, vacinas, medicamentos, comedouros e bebedouros.

O programa chegou a comunidades como KM 9 e Maruanum, estimulando famílias a transformar uma atividade doméstica em fonte permanente de renda.

A gestão também ampliou o acesso ao Cadastro Nacional da Agricultura Familiar, documento necessário para que os produtores participem de programas públicos, tenham acesso ao crédito rural, assistência técnica e compras institucionais.

A emissão passou a ser realizada tanto na sede da Secretaria Municipal de Agricultura quanto diretamente nas comunidades rurais, facilitando a regularização de quem vive longe da área urbana.

Produção com responsabilidade e segurança

O licenciamento ambiental foi utilizado para dar segurança ao produtor e permitir o crescimento sustentável das atividades rurais.

Somente em 2025, mais de 15,7 mil hectares foram licenciados para agricultura familiar, produção de grãos e criação de animais. O município também autorizou 804 novos tanques de piscicultura, ampliando as possibilidades de geração de renda e produção de alimentos.

As medidas ajudaram pequenos, médios e grandes produtores a desenvolver suas atividades dentro das normas ambientais, com mais segurança para investir e produzir.

Feiras aproximaram produtores e consumidores

A gestão de Dr. Furlan também investiu na principal etapa de todo esse esforço: a comercialização.

O Plano Municipal de Feiras recuperou e construiu espaços para que agricultores, piscicultores, extrativistas e feirantes pudessem vender diretamente à população.

A Feira do Novo Horizonte foi entregue com 84 boxes para a comercialização de hortaliças, pescado, farinha, carne suína e outros produtos. Também foram construídas ou revitalizadas estruturas no Araxá, Fazendinha, Marabaixo e outros pontos da capital.

Na Fazendinha, a Feira Verde ganhou 24 boxes cobertos, criando um espaço para produtos da agricultura familiar, artesanato e outras atividades econômicas.

A Feira Agricultura e Arte tornou-se outro importante canal de comercialização. Em 2023, suas edições movimentaram mais de R$ 523 mil em vendas para cerca de 65 produtores locais.

Esses espaços ajudaram a reduzir a distância entre quem produz e quem consome, permitindo melhores preços para a população e mais renda para as famílias do campo.

Plano de Governo amplia o apoio aos produtores

No Plano de Governo, Dr. Furlan propõe transformar esse conjunto de experiências em uma política estadual permanente de fortalecimento da agricultura familiar.

A proposta prevê a aquisição de insumos, mecanização agrícola, assistência técnica, acesso ao crédito e ampliação da capacidade produtiva.

O governo deverá atuar de forma regionalizada, respeitando as vocações de cada município e levando técnicos, máquinas e serviços para perto dos produtores.

A melhoria das rodovias estaduais, pontes e ramais também faz parte da estratégia. O objetivo é reduzir as perdas, facilitar o transporte dos alimentos e diminuir o custo para escoar a produção até as feiras, mercados e centros consumidores.

Agregar valor para aumentar a renda

O plano reconhece que produzir mais não é suficiente. É preciso beneficiar e industrializar parte da produção dentro do Amapá.

Na fruticultura, estão previstos apoio aos produtores, distribuição de insumos e implantação de unidades de beneficiamento de polpas e outras agroindústrias.

Para o agroextrativismo, a proposta é agregar valor a produtos como açaí, castanha, andiroba, copaíba, pracaxi, sementes e mel. Os produtores deverão receber apoio para processamento, certificação e acesso a novos mercados.

Na cadeia de grãos, o plano prevê incentivar unidades de processamento de milho e soja para produção de óleo, farelo e ração. A medida poderá reduzir os custos de outras atividades agropecuárias e criar novos empregos.

A piscicultura também será fortalecida com assistência técnica, licenciamento simplificado, acesso ao crédito, distribuição de alevinos e incentivo à criação de espécies regionais como tambaqui, pirarucu e pacu.

Um governo parceiro de quem produz

A experiência em Macapá mostrou que o produtor rural responde quando encontra apoio, estrutura e espaço para comercializar.

Dr. Furlan pretende levar essa postura ao Governo do Amapá, construindo uma relação mais próxima com agricultores, pecuaristas, piscicultores, extrativistas e cooperativas.

A proposta é garantir condições para produzir, escoar, beneficiar e vender, fazendo com que mais riqueza permaneça nas comunidades.

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