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Segurança Pública ·

Dr. Furlan assina compromisso com valorização dos servidores durante Plenária da Segurança Pública

Documento prevê data-base, pagamento de direitos, saúde mental, assistência jurídica e melhoria das condições de trabalho das forças de segurança


A valorização dos profissionais da segurança pública foi o principal eixo da Plenária da Segurança Pública, realizada nesta quarta-feira (16), em Macapá.


Durante o encontro com representantes das categorias, Dr. Furlan (PSD) assinou uma Carta de Compromisso com a Segurança Pública, com medidas voltadas a salários, carreiras, direitos funcionais e estrutura das forças estaduais.

Participaram da plenária representantes da Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e Guarda Civil, além de candidatos a deputado estadual e federal ligados à área da segurança pública e dos candidatos ao Senado Rayssa Furlan e Lucas Barreto.

Furlan afirmou que pretende conduzir pessoalmente as negociações com as categorias, como disse ter feito durante os cinco anos e dois meses em que esteve à frente da Prefeitura de Macapá.

“Não se pode falar de valorização profissional sem falar de salário, sem falar em pagar o servidor, sem falar em cumprir o compromisso. Assumo o compromisso com cada um de vocês de tratar individualmente, e diretamente, da carreira de cada categoria. Não vou terceirizar esse compromisso”, declarou.

Experiência com a Guarda Municipal

Ao falar sobre a valorização dos servidores, Furlan citou as mudanças realizadas na Guarda Civil Municipal de Macapá durante sua gestão, com alterações na carreira, melhoria salarial, estrutura, equipamentos e armamento.

A inspetora da Guarda Civil Érica Freire afirmou que a remuneração da categoria, ao longo desse processo, saiu de cerca de R$ 1,8 mil para até R$ 11 mil.

“Falar de segurança pública é falar do Furlan, porque nunca se fez tanto. Valorizou a Guarda, armou e deu salário”, afirmou.

Polícia Penal cobra valorização

O representante do Sindicato dos Policiais Penais do Estado do Amapá, Antônio Luís Sousa, destacou que as reivindicações da categoria envolvem tanto a estrutura de trabalho quanto a valorização salarial e o pagamento de direitos.

Segundo ele, cerca de 60% dos policiais penais não recebem adicional de insalubridade, enquanto parte dos que recebem teve de recorrer à Justiça.

“Vai desde a estrutura até salários. É o mais baixo entre todas as categorias”, afirmou.

Carta de compromisso

Entre os pontos do documento assinado estão o cumprimento da data-base, reposição das perdas inflacionárias, pagamento de direitos pecuniários e indenizações, regulamentação de direitos previstos nas legislações das categorias e critérios objetivos para promoções e funções de liderança.

Autonomia total

A carta também prevê autonomia técnica e administrativa das instituições de segurança, assistência jurídica aos servidores no exercício legítimo de suas funções, programa de atenção à saúde mental e melhores condições de trabalho para profissionais que atuam no interior, em áreas de fronteira e regiões de risco.

O plano de governo de Dr. Furlan para a segurança pública foi elaborado, segundo a campanha, a partir da escuta das próprias categorias e incorpora reivindicações relacionadas à valorização profissional, modernização das carreiras, infraestrutura e fortalecimento da atuação das forças de segurança.

Representantes presentes na plenária também relataram problemas de infraestrutura e afirmaram que delegacias e outras unidades necessitam de melhorias.

Furlan encerrou a participação afirmando que a valorização dos servidores faz parte da estratégia para reduzir a criminalidade e, especialmente, as mortes violentas no Estado.

“Quando a gente firma um compromisso com a segurança pública, nós estamos firmando um compromisso com a proteção das nossas famílias e com a segurança do nosso dia a dia”, afirmou.

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